Os cachorros não gostam da Julia Roberts
sábado, 8 de outubro de 2011
Sábado e Domingo
Todo sábado e todo domingo não haverá postagens, deixarei apenas como de costume um vídeo do dia. Tenho muitas coisas para implantar no blog, mas preciso continuar trabalhando nessas idéias para que elas venham sólidas.
Astalavista galera, e até a próxima.
Astalavista galera, e até a próxima.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Filmes clichês
A indústria do cinema está cada vez mais repetitiva em relação à alguns gêneros de filmes. E desses gêneros o que tem mais clichês é disparadamente os filmes de terror. Hoje, até uma criança de sete anos cria um roteiro inteirinho de um filme de terror. À partir disso que eu estou expondo vai ter pessoas que vão dizer: "Se mudar perde a graça", e eu respondo que tu é um baita de um cagão, que gosta da "mesmice" dos filmes que tem suspense porque já gravou onde que vai levar sustos e se previne, correndo pra debaixo do sofá.
Acho que a parte mais clichê dos filmes de terror é na hora das perseguições, ou seja:
Monstro/Zombie/Psicopata X Estudante/Policial/Outra coisa qualquer.
Geralmente (Pra não dizer sempre) os mocinhos correm à 15km/h e os vilões correm à ridiculos 5km/h, é rídiculo, eles parecem que tem reumatismo nas pernas, o primeiro filme de terror que eu assisti, no final eu achei que o vilão que usava uma máscara iria se revelar como um idoso, porque o cara não corria nada! Mas daí a galera se pergunta: Se o mocinho corre muito e o vilão pouco, como que ele vai conseguir pegar ele? É porque o animal do mocinho sempre tropeça em alguma coisa rídicula, como um pote de leite moça, ou na cabeça do próprio amigo, ou cai de maduro mesmo, ou então ele tropeça na raiz de uma árvore (O mais usado).
E as mortes como acontecem? Geralmente na seguinte ordem:
*Abre o filme com um ou mais figurantes morrendo. (Várias vezes estes figurantes começam fazendo uga uga em uma barraca).
*Geralmente o vilão mata 5 pessoas no filme todo, restando apenas uma no final, mas depois que começou a surgir alguns filmes de "terror/suspense" gays, eles começaram a deixar casais vivos no final. Nessas 6 pessoas que se metem em uma floresta, ou numa casa, ou sei lá aonde, sempre tem um negro, um japonês, e 4 brancos, desses brancos sempre tem um(a) inútil que geralmente é o segundo a morrer, dos 3 que sobraram, tem 2 mulheres e um homem, esse homem é o que tem mais preparo físico e você já vê desde o ínicio que ele vai sobreviver no final. Das 2 mulheres uma é loira e a outra morena, sendo que a loira fica com o protagonista no final, e a morena é a ultima a morrer pelo seu forte preparo físico e sua grande inteligência.
* O primeiro à morrer é o negro (Nada de racismo, mas geralmente é assim, não sei porquê!), geralmente ele morre e é levado para algum local, onde mais à frente os sobreviventes o encontram morto.
* O segundo à morrer é o(a) inútil, esse é o que tropeça.
* O terceiro à morrer às vezes é o policial que eles conseguem acionar por algum rádio velho, ele aparece ali sozinho como sempre e morre.
* O quarto à morrer é o japônes, ele até que aguentou ficar vivo até agora, mas ele acabou perdendo uma perna anteriormente e agora, depois de o protagonista ter trazido ele nas costas por muito tempo, ele pede pra que a galera deixe ele, e ele acaba morrendo de hemorragia.
* O quinto à morrer, é a menina que é muito inteligente, a morena claro, ele morreu com a cabeça decepada (É sempre assim).
*Geralmente os dois restantes conseguem escapar, mas quando os dois não escapam, um se sacrifica pra que o outro possa viver, exemplo: Ele explode o lugar inteiro com ele e o vilão lá dentro, e a menina foge ilesa.
O final de filme que vai ter continuação é sempre tosco, o vilão que nós achavamos que estava morto sempre abre o olho, ou aparece denovo como um flash e some, é sempre assim.
Astalavista galera, até a próxima.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Piada
Apesar do título, este artigo não terá a mínima graça. Resolvi escrever sobre este assunto por causa das coisas que tenho visto ultimamente. Estão indiscretamente punindo certas pessoas que atuam no humor, justamente por causa das piadas. O humorista Rafinha Bastos (foto acima) conhecido por seus vídeos e pelo seu humor "virtual", e por ser um dos apresentadores do programa CQC na Band, está sendo muito criticado por uma piada feita em uma das edições deste programa, a frase utilizada na piada foi: "Eu comeria ela e o bebê." referindo-se à cantora Vanessa Camargo que está gravida. Confesso que eu achei a piada sem graça, mas ela não pode de maneira alguma ser levada à sério, como estão fazendo. A equipe do programa não deveria ter afastado o humorista do programa, pois o ato de mantê-lo serviria como uma "bandeira" contra essa censura e o sensacionalismo que ainda existe na TV brasileira, algo que o programa sempre foi contra e veio para implantar esse novo tipo de humor, o "humor negro". Esse humor é o considerado políticamente incorreto, utilizado principalmente em apresentações de Stand-Up.
Na minha opinião, o humor não pode ter limites. O limite do humor é a graça, ou seja, se você acha que a piada passou dos limites, simplesmente não dê risadas, mas não queira de maneira nenhuma julgar a piada. E se continuarem colocando rédeas nesse novo tipo de humor, iremos ter que voltar à dar risadas falsas com o Zorra Total, ou seja, com o humor totalmente controlado e sem graça.
Astalavista galera, até a próxima.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
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